Câmeras foram desligadas antes do assassinato de Marielle

A investigação sobre a morte de Marielle Franco  e Anderson Gomes desvenda mais um detalhe. No trajeto que as vitimas percorreram naquela noite haviam cinco câmeras da secretaria de segurança. Elas foram desligadas entre 24 e 48 horas antes do assassinato.

Na noite do dia 14 de março, a vereadora Marielle Franco foi morta a tiros, na região central do Rio de Janeiro. Além da vereadora, o motorista do carro, Anderson Pedro Gomes, também morreu baleado. Outra passageira, a assessora, foi atingida por estilhaços e sobreviveu. A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios indica que se tratou de uma execução.

De acordo com o Jornal Extra, o contrato de manutenção dos equipamentos acabou em outubro de 2017 mas o sistema continuou funcionando por mais quatro meses até serem desconectadas.

O ponto onde o veiculo foi alvejado era monitorado por uma câmera da estação do metrô do Estácio. Esse equipamento grava em 360º e não estava funcionando naquela noite.

 

 

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