Mulher, negra, humilde e ignorada pelos movimentos sociais que se dizem defender essas pessoas.

Negra, lésbica e periférica, Juliane “morreu por ser policial”, dizem ativistas de direitos humanos.

A soldado da Policia Militar de São Paulo estava desaparecida a cinco dias. Juliane dos Santos, de 27 anos, desapareceu em Paraisópolis. Segundo testemunhas, ela foi baleada e levada por homens encapuzados.

Jovem, negra, lésbica e moradora da periferia. Juliane teve o caso comparado à da vereadora  Marielle Franco, por uma rede de trabalhadores de segurança que atua na defesa dos direitos dos trabalhadores LGBT. Apesar das comparações, as entidades ouvidas pela reportagem, dizem que morreu por ser policial.

É curioso como a narrativa muda de acordo com os interesses de quem faz a politica do País. Os mesmos ativistas que usaram a morte da vereadora pra promover o vitimismo, hoje se cala diante da morte de uma policial.

O corpo de Juliane começou a ser velado às 7 horas no Velório Municipal da Vila Euclides, em SBC. O enterro está marcado para 14 horas no cemitério Vila Carminha, também em São Bernardo do Campo.

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